Título: O Restaurante no Fim do Universo

Autor: Douglas Adams

Páginas: 229

Editora: Sextante

Assunto: Literatura, ficção científica, humor

Neste segundo livro da saga “O Guia do Mochileiro das Galáxias”, Arthur ainda não se conforma com a destruição da Terra e não aceita muito bem o fato de que acreditam que em algum lugar de seus cérebro esteja a pergunta cuja resposta é 42. Mas nem por isso diminuiu o ritmo da aventura.

E entre o momento em que Zaphod precisa enfrentar o Vórtice da Perspectiva Total, uma máquina terrível que mostra o quão insignificante uma pessoa é quando comparada ao universo, e uma viagem em que descobrem a verdadeira origem dos ancestrais humanos, eles param para uma deliciosa refeição no Restaurante no Fim do Universo – o único em que não é preciso se preocupar com a ressaca no dia seguinte, simplesmente porque não há um dia seguinte! Então lembre: não entre em pânico! Relaxe e curta sua Dinamite Pangaláctica sob as luzes do apocalipse, porque todo o humor e sátira do primeiro livro continua neste segundo volume!

“Sua primeira teoria era que, se os seres humanos deixassem de exercitar seus lábios, eles grudariam.
Após alguns meses de observação, encontrou uma outra teoria, que era a seguinte – ‘Se os seres humanos não moverem seus lábios, seus cérebros começarão a funcionar’.” (página 150)

“Resumindo: é um fato bem conhecido que todos os que querem governar as outras pessoas são, por isso mesmo, os menos indicados para isso. Resumindo o resumo: qualquer pessoa capaz de se tornar presidente não deveria, em hipótese alguma, ter permissão para exercer o cargo. Resumindo o resumo do resumo: as pessoas são um problema.” (página 186)